30/07/2009
Mais notÍcias sobre a Gripe A
Escolas e universidades pÚblicas aderem À suspensÃo de aulas
Decisão foi tomada na manhã desta quinta-feira, escolas e universidades do Estado , UFPR e cursinhos decidiram suspender as aulas até o dia 10. Já são pelo menos 2,2 milhões de alunos sem aula no PR
O medo da contaminação da gripe A H1N1, mais conhecida como gripe suína, forçou a suspensão das aulas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), colégios e instituições de ensino superior estaduais nesta quinta-feira (30). Todos só devem retomar as atividades em 10 de agosto. São mais de 1,5 milhões de alunos que passaram a ter suas atividades suspensas. O total de alunos sem aula no estado chega agora a pelo menos 2,2 milhões - até quarta-feira (29), 650 mil estudantes de colégios particulares já estavam com as atividades paralisadas.
Na UFPR, a decisão foi tomada pelo reitor, Zaki Akel Sobrinho, que esteve reunido com diretores do Hospital de Clínicas durante a maior parte desta manhã. Ele convocou uma entrevista coletiva para dar maiores esclarecimentos nesta tarde. A instituição tem 30 mil alunos.
O Governo do Estado suspendeu as aulas de toda a rede de ensino estadual nesta quinta-feira - tanto de universidades quanto das escolas. O governador Roberto Requião deve fazer o anuncio oficial nesta tarde. São 1,4 milhão de alunos das escolas de ensino fundamental e médio e 90 mil estudantes de instituições de ensino superior mantidas pelo Estado.
Até segunda-feira (27), o secretário estadual da Saúde, Gilberto Martins, dizia que não havia necessidade de interrupção das aulas. Ele afirmou que foi desnecessária a medida tomada alguns dias antes por quatro escolas particulares de Curitiba que adiaram em uma semana a volta dos alunos das férias. “Na minha opinião isso serve apenas para gerar mais confusão. Um monitoramento escola por escola é o recomendável”, afirmou Martin.
Mais suspensões
Em reunião nesta manhã, seis dos principais cursinhos de Curitiba decidiram suspender a partir da próxima segunda-feira (6) suas atividades até o dia 10 de agosto. Unificado, Decisivo, Positivo, Bom Bosco, Acesso/Apogeu e Expoente decidiram por manter suas atividades até o final desta semana para não prejudicar o calendário de ensino.
Os cursinhos anunciaram que pedirão que o Ministério da Educação (MEC) prorrogue a aplicação do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), previsto para os dias 3 e 4 de outubro. O MEC não se pronunciou sobre esse pedido até o início desta tarde.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo - Seção Vida e Cidadania - 30/07/2009 - por João Varella, com informações de Marcela Campos
Disponível em: <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=910100&tit=Escolas-e-universidades-publicas-
aderem-a-suspensao-de-aulas>
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Pandemia
Especialistas aprovam a decisÃo de suspender aulas
A suspensão das aulas não deve ser encarada como motivo de pânico. Essa é a posição dos especialistas ouvidos pela Gazeta do Povo. De acordo com eles, trata-se de uma medida cautelar para evitar a proliferação do vírus da gripe A, em um momento em que o inverno passa pelo momento mais rigoroso.
Segundo os especialistas, as crianças menores fazem parte do grupo de risco, costumam ter menos noção de higiene e o hábito de ficar mais próximas aos colegas, beijá-los e abraçá-los. Não bastassem essas características, as crianças de até 12 anos transmitem o vírus por mais tempo. “As crianças têm mais dificuldade de eliminar o vírus do organismo e acabam ficando com mais quantidade no organismo”, explica a médica coordenadora do serviço de controle de infecção do Hospital Pequeno Príncipe, Heloísa Ihle Giamberardino.
Outro motivo para a decisão, dizem os médicos, refere-se ao papel desempenhado pelas crianças nas redes de transmissão. “Geralmente são as crianças que levam o vírus da gripe para a família”, diz o médico infectologista e epidemiologista Moacir Pires Ramos.
De acordo com Heloísa, outra preocupação é que nos próximos dias poderia ocorrer um “tsunami” de casos com o reinício das aulas. Segundo ela, todos os anos, no retorno das aulas, logo depois das férias de julho, registra-se um aumento dos casos de doenças respiratórias. Avaliando-se o atual contexto, o novo vírus poderia contribuir para uma avalanche de atendimentos.
Para que a medida de suspensão das aulas não se torne inócua, os médicos advertem, porém, que os estudantes devem evitar aglomerações, em passeios aos cinemas ou aos shoppings, por exemplo.
Do ponto de vista educacional, a suspensão das aulas não deve trazer prejuízo. “É uma situação emergencial. As instituições vão encontrar um caminho para compensar”, opina a professora doutora do curso de Educação da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), Evelise Portilho.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo - Seção Vida e Cidadania - Publicado em 30/07/2009 por Tatiana Duarte e Themys Cabral
Disponível em: <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=910022&tit=Especialistas-aprovam-a-decisao
-de-suspender-aulas>
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Pandemia
Medo da gripe A deixa 650 mil sem aula no PR
Escolas particulares e públicas decidem interromper atividades para evitar propagação do novo vírus
Cerca de 650 mil alunos paranaenses ficarão sem aulas até o próximo dia 10 em função da gripe A (H1N1), conhecida como gripe suína. O Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe-PR) decidiu ontem orientar seus 1.960 estabelecimentos de ensino a suspender temporariamente as aulas. A prefeitura de Curitiba também anunciou medida semelhante: alunos das escolas municipais e creches públicas da cidade terão férias até o dia 9.
Outras prefeituras paranaenses também já decidiram paralisar as aulas. Ontem, 19 prefeituras do Norte Pioneiro anunciaram a extensão das férias. A Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e a Unioeste também cancelaram as aulas. A suspensão das aulas é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como medida cautelar para evitar que a doença se espalhe em locais onde ainda não foi instalada.
A suspensão nas escolas da rede privada do estado pode ser prorrogada por um período ainda maior. Só em estabelecimentos particulares estudam no Paraná 542.767 pessoas, segundo o Censo da Educação de 2008, do Ministério da Educação (MEC).
De acordo com o presidente do Sinepe-PR, Ademar Batista Pereira, a suspensão não é obrigatória. “Cada escola é autônoma para decidir sobre seu funcionamento”, diz. O Sinepe-PR só não agrega escolas das regiões de Londrina e Maringá, que ainda não decidiram paralisar as aulas.
Faculdades
Nove instituições de ensino superior da capital também decidiram acatar a orientação. O vice-reitor da Universidade Positivo, José Pio Martins, ressalta que não haverá prejuízos aos 11 mil alunos da instituição. “A carga horária será reposta e os prazos serão estendidos na mesma proporção”, diz.
Na Universidade Federal do Paraná (UFPR), a única mudança é para o curso de Medicina. Foram canceladas algumas atividades práticas em que há contato direto do paciente com grupos de estudantes. De acordo com vice-reitor, Rogério Mulinari, os outros cursos não devem ter aulas suspensas por enquanto. “Não há evidência científica de que a suspensão seja produtiva”, diz.
Curitiba
A Prefeitura de Curitiba anunciou ontem no fim da tarde que os 110 mil alunos da rede municipal e que as 30 mil crianças que frequentam as creches públicas estão com as atividades suspensas. “Todos estamos preocupados com essa situação, mas é preciso ter cautela e responsabilidade. Por isso, decidimos adiar o retorno às aulas”, disse a secretária municipal da Educação, Eleonora Fruet.
Não houve alteração para o calendário das escolas da rede estadual. De acordo com a Secretaria de Estado da Educação, só haverá mudança se houver orientação por parte da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com a Saúde, não é necessário, pelo menos por enquanto, suspender as aulas.
Filhos
Se o problema é não ter com quem deixar os filhos, algumas escolas anunciaram medidas alternativas. O Centro de Educação Infantil Ursinho Pimpão, que atende bebês de 4 meses a crianças de 6 anos, disponibilizou a equipe composta por 40 profissionais, entre professores e auxiliares, para atender os alunos em casa. A regra, segundo a diretora da escola, Vera Lúcia Bella Cruz, é que os pais levem e busquem de carro os profissionais em casa – a ideia é evitar aglomerações do transporte público. Outra norma é que o atendimento domiciliar será acertado diretamente com o profissional. A facilidade será oferecida somente para parte da comunidade interna da escola, que conta com 160 alunos.
Vanessa Gandim, mãe de Gustavo, de 3 anos, e dos gêmeos Gabriel e Gustavo, 9 anos, foi avisada da suspensão das aulas, ontem, no fim da tarde, quando foi buscar os filhos no colégio. “Perde um pouquinho de aula, mas é melhor prevenir”, opinou. De acordo com ela, no período de férias forçadas, as crianças vão ficar na casa da avó. “É melhor deixar as crianças em casa saudáveis do que precisar tratar uma doença depois”, concorda o médico infectologista e epidemiologista Moacir Pires Ramos.
Cursinhos
(...) De acordo com o diretor do curso Positivo, Renato Ribas Vaz, parar as aulas nesse momento traria um prejuízo incalculável para os alunos. O presidente do Sinepe-PR ressalta que a Federação Nacional da Escolas Particulares (Fenepe) fará um pleito ao Ministério da Educação (MEC) para adiamento da prova do novo Enem. Ribas Vaz diz que um pedido de adiamento ao vestibular da UFPR também será feito. O reitor da UFPR preferiu não se pronunciar sobre esses assuntos.
Saiba mais sobre a suspensão temporária das aulas
Fonte: Jornal Gazeta do Povo - Seção Vida e Cidadania - Publicado em 30/07/2009 por Tatiana Duarte e Themys Cabral - Colaboraram Adriano Kotsan e Guilherme Voitch
Disponível em:
<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=910020&tit=Medo-da-gripe-A-deixa-650-mil-sem-aula-no-PR>
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Medo da gripe A
InstituiÇÕes de ensino do ParanÁ suspendem atÉ 10 de agosto
A preocupação com a transmissão da gripe A (H1N1) vai mexer com a rotina de milhares estudantes e pais no Paraná. Uma assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (29), entre o Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe-PR) e representantes de 200 estabelecimentos particulares da capital orientou a paralisação imediata das aulas até o dia 10 de agosto no estado inteiro. Após essa primeira orientação, várias entidades afirmaram que vão adiar o retorno das aulas. Somente o Sinepe-PR representa cerca de 500 mil alunos. Com adesão de faculdades, universidades, creches e escolas municipais de Curitiba e da região Norte do estado a consequência da suspensão das atividades educacionais pode ultrapassar a marca de 1 milhão de estudantes.
Um comunicado no site da prefeitura de Curitiba informou a decisão de adiar o retorno das aulas de creches e escolas municipais até o dia 10 de agosto. Inicialmente, a volta das atividades estava marcada para a próxima terça-feira, dia 4. A decisão foi tomada pelas secretarias de Educação e Saúde do município. Pode haver novo adiamento das aulas, dependendo da evolução do vírus A H1N1 em Curitiba. A suspensão atinge aproximadamente 110 mil alunos (de 175 escolas municipais), e 30 mil crianças (de 168 creches).
No Norte do estado, em Londrina, a secretaria da Saúde admitiu suspender as aulas na cidade. Os 19 municípios que integram a Associação dos Municípios do Norte do Paraná (Amunop), polarizado por Cornélio Procópio, vão suspender as aulas da rede pública municipal a partir de segunda-feira (3) como medida preventiva contra a gripe A H1N1. A suspensão é por tempo indeterminado.
Escolas particulares de Curitiba
A orientação do Sinepe-PR pela paralisação vale para a educação infantil e básica, no entanto, várias instituições de ensino superior já decidiram paralisar as atividades também até o dia 10 de agosto. A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) foi uma das primeiras a divulgar a paralisação. Todas as atividades acadêmicas ficarão paradas em quatro câmpus (Curitiba, São José dos Pinhais, Londrina, e Toledo) e unidades até o dia 9 de agosto. Em Maringá será realizada uma reunião na manhã de quinta-feira para definir o que será feito.
Segundo nota oficial, a universidade tomou a decisão nesta quarta-feira (29) “por recomendações da área médica da Instituição e seguindo orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS)”. Na quinta-feira (30), serão disponibilizadas informações aos professores e alunos quanto aos procedimentos que serão adotados durante este período.
Nova reunião e cursos pré-vestibulares
Na semana que vem será realizado um novo encontro do Sinepe-PR com os diretores das escolas particulares. Dependendo do panorama sobre a evolução da gripe A, o retorno às aulas pode ser adiado mais uma vez. “A grande maioria das escolas particulares deve paralisar. A orientação é que a criança fique em casa. Não adianta não ir para a escola e ir ao shopping”, afirmou Ademar Batista Pereira, presidente do Sinepe-PR, em entrevista à Rádio Band News. O sindicato representa 1.960 estabelecimentos no Paraná, que atendem a cerca de 500 mil alunos.
(...) A Federação Nacional das Escolas Particulares vai realizar uma reunião para decidir se irá pedir o adiamento de vestibulares e do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
Parados
A Universidade Tuiuti do Paraná (UTP) afirmou, por meio da assessoria de imprensa, que vai parar até o dia 10 de agosto também. O mesmo procedimento foi seguido pela Universidade Positivo e pelas Faculdades Integradas Espírita. Todos os alunos dessas instituições ficarão com as aulas suspensas até o dia 10.
Os alunos de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que têm contato direto com pacientes no Hospital de Clínicas terão as aulas suspensas até o dia 10 de agosto. Os demais estudantes vão continuar com as atividades normais.
O Colégio Dom Bosco anunciou que vai suspender as aulas. A paralisação atinge a educação infantil e o ensino médio. Só na quinta-feira (30) é que haverá uma definição sobre a suspensão ou não das atividades da faculdade e do cursinho da instituição.
O Colégio Bom Jesus também suspendeu a volta às aulas até o dia 10 de agosto, da educação infantil até o ensino médio. O FAE Centro Universitário também suspendeu as aulas de graduação até o dia 10. A mesma medida foi tomada pela Faculdade Evangélica do Paraná, que suspendeu as aulas de graduação e extensão.
O Colégio Decisivo afirmou que as aulas para os estudantes do 1.º e 2.º anos das sedes do Cristo Rei e da Comendador Araújo foram suspensas, seguindo a determinação do Sinepe-PR. A decisão sobre as aulas para o terceirão e para o semiextensivo será tomada após uma reunião na quinta-feira pela manhã.
No Colégio Opet, as aulas já estavam suspensas até o dia 3 de agosto. Uma reunião na quinta-feira também definirá se haverá suspensão das aulas para os estudantes das Faculdades Opet. Nesse mesmo encontro será definido se os colégios vão seguir a orientação do Sinepe-PR e retornar no dia 10 ou ficarão parados só até o dia 3.
Todos os alunos das faculdades Unicuritiba ficarão sem aulas até o dia 10 de agosto também. As aulas para os alunos da Educação Infantil até a 2.ª Série do Ensino Médio do Colégio Expoente e da Faculdade Expoente foram suspensas até o dia 7 de agosto, segundo informações do site da instituição de ensino. A assessoria de imprensa afirma que novos comunicados serão divulgados pelo site do colégio. A decisão de suspender as aulas também foi adotada pelo Colégio Unificado. As aulas do ensino médio e do supletivo ficam suspensas até o dia 10 de agosto. Somente as aulas do curso pré-vestibular vão continuar normalmente, segundo informações de um funcionário do colégio.
Os estudantes do Colégio Martinus e do Centro de Educação Profissional Martinus também ficarão com as aulas suspensas. João Francisco Lopes de Lima, diretor geral do colégio, aconselhou aos pais de alunos que acompanhem novas informações pelo site da instituição e “mantenham os filhos em casa”.
“Os pais que tiverem muita dificuldade em organizar uma forma de manter os filhos em casa, poderão contar com o apoio do colégio neste sentido, na quinta-feira, enviando os seus filhos em caráter excepcional”, disse o diretor em nota oficial colocada no site. A Fundação de Estudos Sociais do Paraná (Fesp) também suspendeu as atividades acadêmicas até o dia 9 de agosto de 2009, retornando no dia 10. A instituição afirma que novas informações serão publicadas no site dela. A Escola Ecológica de Curitiba também suspendeu as aulas da educação infantil e do ensino fundamental até o dia 10 de agosto.
Brasil
Outros três estados brasileiros, mais o Distrito Federal, também decidiram adiar o reinício das aulas. Com isso, cerca de 11 milhões de alunos vão ficar sem ir para as escolas. Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul adiaram a volta às aulas, nesta quarta-feira. São Paulo já havia prorrogado as férias dos alunos das redes estadual e da capital na terça-feira.
Orientações
Os pais que tiverem dúvidas sobre as aulas nas escolas dos filhos podem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Educação de Curitiba pelo telefone 3350-8484. O telefone da Secretaria Estadual da Educação é: 3340-1500. Outras informações também podem ser acessadas diretamente no site das instituições de ensino.
Fonte: Jornal Gazeta do Povo - Seção Vida e Cidadania - Publicado em 29/07/2009 - Por Adriano Kotsan, com informações de Tatiane Duarte e Mariana Domakoski
Disponível em:
<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=909852&tit=Instituicoes-de-ensino-do-Parana-suspendem-ate-10-de-agosto>
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