05/11/2009 - 12h46min
8ª SÉrie - ENSINO FUNDAMENTAL 2
AULA ESPECIAL DE HISTÓRIA
Os alunos da 8ª série realizaram no início do trimestre, nas aulas de História e Português e sob orientação dos Professores Daniel e Maristela, algumas atividades no projeto denominado “A necessidade da Paz”.
Foram elaborados cartazes e os alunos produziram alguns manifestos comentando a necessidade da paz e também de se combater a violência.
Confira alguns dos textos produzidos pelos alunos:
"Nós, os alunos da 8ª série, entendemos que não é através da violência que chegamos a um consenso. As pessoas buscam a justiça utilizando métodos errados, mas só obterão a paz através da cidadania. Antes de tudo, o respeito tem que partir de cada um de nós para depois pensarmos em atingir a sociedade. A punição pelos nossos erros deve ser executada com disciplina e não com violência."
"Entendemos que devemos, desde já, com pequenas atitudes, “proclamar” a paz. Sabemos que não podemos acabar com as guerras ou com os conflitos violentos existentes no mundo hoje, mas estamos cientes de que se podemos começar na nossa casa, escola, vizinhança, etc. Podemos mostrar às pessoas que a violência não nos leva a lugar nenhum. Todos sabemos que violência gera mais violência e que se queremos ser bem tratados pelas pessoas, devemos tratá-las bem, mesmo que elas não ajam assim com a gente. Entendemos que uma sociedade pacífica traz muito mais benefícios que uma sociedade cheia de violência e iremos fazer o nosso melhor, mesmo que com pequenas atitudes, para mostrar ao mundo o quanto é bom não ter violência."
"A paz vem de pequenos gestos e boa conscientização começa em casa. A partir do momento que entendemos que no escuro todos são iguais, a capacidade de cada um vem de dentro, não pela cor, nem pelo sexo e nem pela orientação sexual. Isso mostra que o respeito é o primeiro passo para a paz. Temos que respeitar os que são diferentes de nós, já que somos todos iguais por sermos diferentes."
"Acreditamos que a paz é possível se...
- Todas as pessoas receberem um salário justo, de acordo com seu trabalho, nem pequeno demais, nem exagerado. (Jeanne M. Soares)
- Começarmos a aceitar a diferença do próximo e as respeitarmos. (Matheus Camargo)
- Houver mais segurança para as pessoas de rua, que sofrem uma constante violência. (Guilherme Vale Marques)
- Todos perceberem que no escuro todos são iguais. (Suzane P. Werner)
- Todos pudessem se conscientizar através de eventos esportivos, musicais a favor da paz e que esse evento ensinasse as pessoas a terem mais respeito, umas com as outras. (Janaína C. Faria)
- Fizermos uma caminhada pela cidade distribuindo folhetos sobre a paz na cidade e nas famílias. (Rhay)"
| Confira algumas fotos... |
[ Clique nas fotos para vê-las ampliadas ] |
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